Waze tem ícone para alertar motoristas sobre roubos; veja como ativar a função

Usuários do aplicativo de navegação Waze passaram a notar um novo tipo de alerta no mapa: um ícone de “ladrão”, representado por uma figura com touca e máscara. O símbolo indica um aviso de possível insegurança no local, como risco de assalto, roubo de celular ou vandalismo no trânsito.
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A funcionalidade começou a ser implementada gradualmente a partir de 2025 e faz parte do sistema de alertas colaborativos do aplicativo. Assim como ocorre com avisos de acidentes, buracos ou veículos parados, o alerta de insegurança é registrado pelos próprios usuários da plataforma.
Quando um motorista sinaliza a ocorrência, o aviso passa a aparecer para outros usuários que trafegam pela mesma região. O ícone permanece visível por um período curto, normalmente entre 15 e 30 minutos, podendo permanecer por mais tempo caso novas notificações sejam feitas no mesmo ponto.
Segundo a empresa responsável pelo aplicativo, o objetivo é ampliar a segurança dos motoristas, permitindo que eles fiquem mais atentos ao trafegar por determinadas áreas ou até optem por rotas alternativas.
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Como ativar o alerta de insegurança no Waze
Para verificar se a função está disponível no aplicativo, o usuário pode seguir os seguintes passos:
- Abra o aplicativo Waze.
- Toque no ícone de lupa (Buscar), no canto inferior esquerdo.
- Acesse o ícone de Configurações (engrenagem).
- Procure pela opção “Alertas e avisos”.
- Verifique se as opções “Perigos” e “Insegurança” estão ativadas para aparecer no mapa e também como alertas de voz durante o trajeto.
A empresa informa que a ferramenta vem sendo liberada de forma gradual para os usuários desde 2025. Inicialmente, o recurso começou a aparecer em cidades como São Paulo e Rio de Janeiro, além de algumas regiões do estado do Rio Grande do Sul.
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Caso a opção ainda não esteja disponível no aplicativo, isso significa que a atualização ainda não foi liberada para aquela conta. Enquanto isso, os motoristas continuam contando com outros tipos de avisos do Waze, como alertas de perigo, que incluem buracos na pista, obras, veículos parados e outros incidentes no trajeto.
Ex-prefeito de Sumaré, José Antônio Bacchim morre aos 67 anos

O ex-prefeito de Sumaré, José Antônio Bacchim, conhecido como Professor Bacchim, morreu na terça-feira (10), aos 67 anos. A causa da morte não foi informada. Em reconhecimento à sua trajetória pública, a Prefeitura decretou três dias de luto oficial no município.
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Bacchim era casado com Lucia Graciano e deixa dois filhos, David e Daniela Cristina Marques Bacchim.
Professor Bacchim teve uma longa trajetória na vida pública de Sumaré. Foi vereador por dois mandatos, de 1989 a 1992 e de 1993 a 1996. Em seguida, atuou como vice-prefeito por dois mandatos consecutivos, entre 1997 e 2004. Posteriormente, foi eleito prefeito da cidade por dois períodos, governando o município de 2005 a 2008 e de 2009 a 2013.
Além da atuação política, Bacchim também se dedicou à educação, profissão que lhe rendeu o apelido pelo qual ficou amplamente conhecido na cidade. Ele também foi fundador do Partido dos Trabalhadores (PT) em Sumaré.
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O velório ocorreu nesta quarta-feira (11), no Velório Municipal de Sumaré. O sepultamento foi realizado no Cemitério Municipal da Saudade, em Piracicaba.
Homenagens
Autoridades e lideranças políticas manifestaram pesar nas redes sociais. O ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, afirmou ter recebido a notícia “com muita tristeza”. “Perdemos um grande quadro político e um ser humano especial”, declarou.
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O atual prefeito de Sumaré, Henrique do Paraíso, também destacou a trajetória do ex-prefeito. “Neste momento de dor e despedida, deixo meus sentimentos aos familiares, amigos e a todos que conviveram com ele”, afirmou.
Em nota, o diretório municipal do PT ressaltou o legado político de Bacchim e destacou que sua atuação sempre esteve ligada às causas populares e à defesa da população mais vulnerável.
Condomínios podem proibir locação temporária por Airbnb em imóveis residenciais

(Foto: Reprodução)
O Superior Tribunal de Justiça (STJ) tem firmado entendimento de que condomínios residenciais podem restringir a locação de imóveis por curta temporada, inclusive por meio de plataformas digitais como o Airbnb, quando a convenção condominial estabelece que as unidades possuem destinação exclusivamente residencial.
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A interpretação adotada pelo tribunal considera que o aluguel com cobrança de diárias e alta rotatividade de hóspedes pode se aproximar de uma atividade típica de hospedagem, com características semelhantes à exploração comercial. Nesse contexto, a prática pode ser considerada incompatível com a finalidade estritamente residencial prevista nas regras do condomínio.
Segundo decisões já proferidas pela Corte, não é necessário que a convenção condominial mencione explicitamente plataformas de aluguel por temporada para que a restrição seja aplicada. Caso o documento determine que os imóveis devem ser utilizados apenas para moradia, o condomínio pode limitar ou impedir esse tipo de locação, mesmo sem uma cláusula específica citando serviços de hospedagem.
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O tema ganhou maior visibilidade nos últimos anos com a expansão das plataformas digitais de aluguel por temporada, que ampliaram a oferta de hospedagem em imóveis residenciais, especialmente em grandes cidades e destinos turísticos.
A discussão jurídica sobre o assunto ainda segue em análise no tribunal. O Recurso Especial nº 2.212.055, em tramitação no STJ, também trata da possibilidade de restrição à locação por curta temporada em condomínios residenciais e permanece pendente de julgamento.
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Enquanto o debate avança no Judiciário, especialistas apontam que a definição sobre permitir ou não esse tipo de locação depende, principalmente, do que está previsto na convenção de cada condomínio, documento que estabelece as regras de uso das unidades e das áreas comuns.
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