
Macedônia e Martinópolis elegeram novos prefeitos neste domingo (25). Em Narandiba, o resultado segue indefinido devido à situação judicial da candidatura mais votada.
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Eleitores de três municípios do interior paulista voltaram às urnas neste domingo (25) para escolher novos prefeitos e vice-prefeitos em eleições suplementares realizadas junto com o segundo turno das eleições presidenciais. Em Macedônia e Martinópolis, os vencedores foram definidos. Já em Narandiba, a situação depende de decisão da Justiça Eleitoral.
As novas votações foram convocadas após a cassação dos mandatos das chapas eleitas em 2024. Os prefeitos e vice-prefeitos eleitos exercerão os cargos até 31 de dezembro de 2028, conforme o calendário previsto para os pleitos suplementares.
Resultados em Macedônia e Martinópolis
Em Macedônia, Edvaldo Fechio (PSD) foi eleito prefeito com 1.835 votos, correspondentes a 57,54% dos votos válidos. Seu vice será Pedro Antonio Aguiar Gasques, também do PSD. O outro candidato, Adilson Luiz Helena (União Brasil), recebeu 1.354 votos, ou 42,46% dos válidos.

Em Martinópolis, Humberto Emmanuel Schmidt Oliveira, conhecido como Beto Leite (União Brasil), venceu com 8.247 votos, equivalentes a 59,09% dos votos válidos. Fernanda Xavier Passos Crepaldi, do mesmo partido, compõe a chapa como vice-prefeita.

Na disputa, Marcos Xavier de Almeida Passos Junior (PSDB) recebeu 4.166 votos (29,85%), enquanto Gabriel Valões Santos (MDB) obteve 1.544 votos (11,06%).
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Resultado de Narandiba depende da Justiça Eleitoral
Em Narandiba, Claudio José Damacena (União Brasil) recebeu 2.135 votos, o equivalente a 56,90% dos válidos. Pedro de Barros (PRD) ficou em segundo lugar, com 1.617 votos (43,10%).

Apesar de ter recebido a maioria dos votos válidos, Damacena está com a candidatura anulada sub judice. Por isso, não pode ser proclamado prefeito eleito enquanto a situação não for resolvida pela Justiça Eleitoral. Segundo o TRE-SP, caso permaneça a anulação dos votos, novas eleições deverão ser convocadas.
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Eleições foram convocadas após cassações
As eleições suplementares ocorreram porque os mandatos dos prefeitos e vice-prefeitos eleitos em 2024 foram cassados pela Justiça Eleitoral. Os processos envolveram acusações de abuso de poder político e econômico, com decisões que determinaram a realização de novas votações nos municípios.
As eleições suplementares permitem que o eleitorado escolha novos representantes para completar o período restante do mandato municipal.