
Maioria das unidades entregues no Jabaquara é destinada a famílias removidas de áreas de risco e de frentes de obras
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A Prefeitura de São Paulo entregou 793 novas moradias a famílias da região do Jabaquara, na Zona Sul da capital. A entrega ocorreu na quinta-feira (17), durante uma edição do programa Prefeitura Presente, e representa a oferta de moradia definitiva para famílias que aguardavam uma solução habitacional.
Do total, 731 moradias foram destinadas a famílias removidas de áreas de risco ou de locais necessários para a realização de obras públicas. Outras 62 unidades atenderam famílias que já faziam parte da demanda habitacional da COHAB-SP.
As unidades foram distribuídas entre três empreendimentos. O Residencial Casa 8 recebeu 620 famílias, enquanto os residenciais Filadélfia e Hildebrando atenderam, respectivamente, 54 e 119 famílias.
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Residencial Casa 8
O maior número de unidades entregues está no Residencial Casa 8, viabilizado pela Secretaria Municipal de Habitação (SEHAB) e pela Companhia Metropolitana de Habitação de São Paulo (COHAB-SP) por meio do Programa Pode Entrar.
O empreendimento recebeu investimento de R$ 129,6 milhões e integra a política habitacional do município voltada à ampliação do acesso à moradia definitiva.
A entrega também representa uma mudança na situação de famílias que precisaram deixar áreas consideradas de risco. Segundo a Prefeitura, parte dos moradores atendidos passou por períodos de espera e atendimento provisório antes de receber as chaves dos novos imóveis.
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Mais de 23 mil famílias beneficiadas
Com as entregas realizadas no Jabaquara, a Prefeitura informa que o Programa Pode Entrar já beneficiou mais de 23 mil famílias desde 2021, enquanto cerca de 39 mil unidades habitacionais permanecem em obras na cidade.
As moradias entregues fazem parte de um conjunto de ações de reassentamento e produção habitacional destinadas a famílias que vivem em condições de vulnerabilidade e em áreas que apresentam riscos ou que serão utilizadas para intervenções urbanas.
A iniciativa busca garantir que a retirada de famílias de áreas de risco seja acompanhada pela oferta de uma moradia definitiva, reduzindo a dependência de soluções habitacionais provisórias e permitindo o reassentamento em unidades regularizadas.