A UVESP

Diretoria UVESP

 

Presidente do Conselho – Sebastião Misiara (Barretos)

1ª Vice- Presidente – Sonia Palma Bealchi ( Ibirá )

2ª Vice- Presidente – Elio Donizete Lima ( Tuiuti )

3º Vice – Presidente – Sebastião Silveira Nequinho Desanti (Santana de Parnaíba)

Secretário Geral – Marco Antonio Melhado (Pedro de Toledo)

1º Secretário – Wagner Brasil (Jaú)

2º Secretário – Fabiano Andrey Agnoli Trigo (Sertãozinho)

 

Conselho Fiscal

 

José Renato Semensato (Caconde)

Manoel Chikaoka (Registro)

Ricardo Cristiano Bueno (Bom Jesus dos Perdões)

José Julio Lopes de Abreu (Rio Claro)

Tarcisio Candido de Aguiar (Olimpia)

 

Presidente Executiva – Silvia Melo (São Paulo)

Diretor Comercial – Jefferson Tomé Botte (São Paulo)

Diretor de Relacionamentos – Tânia Fonseca (São Paulo)

 

 

Conselho Fiscal Suplente

 

Fernando Bonareti Betti (São João da Boa Vista)

Edeli de Fátima Antunes (Socorro)

Fabio Ferraz de Campos (Aguas da Prata)

Rodson Magno do Carmo (São Carlos)

Fernando Reberto da Silva (Olímpia)

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Assembleia Geral e Eleição da UVESP no 61º Congresso Estatual de Município (2017)

Voto não tem preço

*Sebastião Misiara

presidente-uvesp-sebastiao-misiara A legitimidade das eleições no Brasil convive com um fantasma: a corrupção. Os vícios e abusos que permeiam as campanhas tornaram-se uma prática tão comum que provocou a reação da sociedade, quer pela mídia, quer pelas rodas nas entidades sociais, quer pela rede social.

Já, anteriormente, setores da sociedade organizada, levaram à punição pela compra e venda de votos, nascendo na sequencia, a ficha limpa, mãe de todas as ações para limpar, no máximo possível, a lista de candidatos aos cargos eletivos.

Em suas andanças pelo interior, o ex-vereador Chico Whitaker, um dos autores do projeto contra a corrupção eleitoral, anotou, extraída de um simples camponês nordestino, uma frase histórica: “Voto não tem preço. Voto tem conseqüência”.

É um pensamento que encontra eco nas cabeças pensantes e sérias. Um conhecido articulista da capital, tempos atrás, observou que “urna não é lata de lixo”. Como pode dois homens diferentes, de formação cultural tão distinta, falarem a mesma língua? É que o combate à corrupção, mais do que uma preocupação dos formadores de opinião, é uma reivindicação que brota de todos os degraus da pirâmide social. A conscientização política, embora lenta, avança sob as chamas das paixões ideológicas, mas sim sob o signo da razão e do bom senso.

O cidadão começa a se livrar das amarras do analfabetismo político. Nas eleições deste ano, o eleitor dará um grande passo para se libertar dos braços de que aliena seu universo: os demagogos, os oportunistas, os usurpadores da ignorância do povo e os aproveitadores da miséria humana. O voto é um bem precioso a ser valorizado em outubro. Dirão os mais céticos, que se trata de eleições municipais. Sim. É verdade. Todavia, é por aí que surgem as lideranças nacionais. Por isso, o futuro das gerações que se sucedem depende disso.

Não só o eleitor precisa tomar cuidado com o que acontece ao seu redor, mas, principalmente, nessa época, os partidos políticos, que devem assumir com mais coragem o seu papel de condutor do desenvolvimento social, à partir da seleção de postulantes ao poder público.

O candidato que quer assumir um cargo público, deve ter como motivação a coletividade. Imbuído dessa intenção, o político conseguirá apresentar propostas concretas de apoio às iniciativas que tenham como fundamento básico um mundo produtivo e uma sociedade mais justa e solidária.

A população está esgotada de tamanha traição, o pior de todos os pecados. Fato que é documentado diariamente pelos jornais, que estampam, por exemplo, membros da CPI atual do Congresso Nacional, aplaudindo seus correligionários, quando deveriam estar investigando.

O político se quiser recuperar sua credibilidade, tem este ano a oportunidade de provar que pretende construir um Brasil mais humano. Eleitos, prefeitos e vereadores precisam compreender que ética e cidadania não se discutem. Praticam-se, ao contrário de teóricos acadêmicos que não têm atitudes. Apenas retóricas.

São princípios que o movimento municipalista, propala por onde passa. Com a ajuda de parceiros comprometidos com a causa comum, a nossa instituição procura mostrar que é imperativo abrir as janelas da consciência do eleitor. Mais do que isso, renovar o espírito das pessoas. O resultado desse trabalho será tirado das urnas.

Sebastião Misiara é Presidente da União dos Vereadores do Estado de São Paulo, Vice-presidente da União dos Vereadores do Brasil e Diretor da Associação Paulista de Municípios.

 

Dados da UVESP

Razão Social: União dos Vereadores do Estado de São Paulo – UVESP
Fundação: 20 de Maio de 1977
Atividade: Entidade Civil de Direito Privado, sem fins lucrativos e com independência partidária
Inscrição Estadual: ISENTA
CNPJ: 01.024.643/0001-38

Estatuto Social UVESP

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UVB - União dos Vereadores do Brasil Gestor Político